Psicoeducação sobre a morte com profissionais da saúde de um ambulatório de oncologia: estudo quase-experimental

Autores

  • Nicolle Esselin Lazarini Fazolino
  • Eduardo Sousa Gotti
  • Elimar Adriana de Oliveira
  • João Gabriel Ferreira Argondizzi
  • Sara de Lima Oliveira

DOI:

https://doi.org/10.18761/PAC5a6a56a

Palavras-chave:

morte, medo da morte, tanatologia, profissionais da saúde, Escala de Medo da Morte Collet-Lester

Resumo

 A morte ainda é considerada um tabu na sociedade ocidental contemporânea, que desenvolve práticas culturais que mantêm a experiência do morrer cada vez mais distante, impessoal e institucionalizada. Os profissionais da saúde, apesar de estarem frequentemente em contato com esse tema, muitas vezes o encaram como sinal de incompetência. O temor da morte é uma questão de especial interesse para esses profissionais, posto que lidando com essa experiência de forma adequada, podem ofertar cuidados mais acertados aos pacientes, sobretudo, àqueles em terminalidade. Para tanto, é fundamental que esses profissionais de­senvolvam habilidades de manejo clínico, bem como habilidades empáticas e emocionais para lidar com pacientes diante do risco da morte, e assim, diminuir a intensidade de seus próprios medos. O presente estudo consiste em uma avaliação de uma psicoeducação sobre a morte proposta em um grupo online realizado com profissionais da saúde de um ambulatório de oncologia. O estudo tem um delineamento quase-experimental e compara os efeitos da in­tervenção psicoeducativa com profissionais que não foram submetidos à intervenção. A mu­dança do medo da morte foi medida por meio da Escala de Medo da Morte de Collett-Lester. Os dados sugerem que a psicoeducação foi capaz de promover redução do medo da morte.

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Publicado

2022-12-28

Como Citar

Fazolino, N. E. L., Gotti, E. S., Oliveira, E. A. de, Argondizzi, J. G. F., & Oliveira, S. de L. (2022). Psicoeducação sobre a morte com profissionais da saúde de um ambulatório de oncologia: estudo quase-experimental. Perspectivas Em Análise Do Comportamento, 13(2), 266–287. https://doi.org/10.18761/PAC5a6a56a